Obrigatoriedade de câmeras corporais e em viaturas no DF
Apresentado em 2021, antes de o tema virar consenso nacional. Câmera ligada protege quem é abordado e protege o policial de acusação falsa.
PL 2336/2021
Segurança pública
62,7%foi a queda da letalidade policial em São Paulo depois da adoção das câmeras corporais.
Quando há controle social da atividade policial, a população e os policiais só têm a ganhar. Propusemos a obrigatoriedade de câmeras em fardas e viaturas no DF em 2021. Agora é hora de levar essa lei para o país inteiro.

O problema
A abordagem policial muda de tom conforme a cor de quem atravessa a rua. A Comissão de Direitos Humanos que presidimos monitorou 224 denúncias de violência policial entre janeiro de 2020 e março de 2025, e levou casos ao MPDFT, como o do jovem negro agredido em Planaltina.
Nos sistemas prisional e socioeducativo, o problema tem outro nome: tortura institucionalizada. Quem está preso e quem cumpre medida socioeducativa não deixam de ser sujeitos de direito, e a família que fica do lado de fora também não.
O que já fizemos
Apresentado em 2021, antes de o tema virar consenso nacional. Câmera ligada protege quem é abordado e protege o policial de acusação falsa.
PL 2336/2021
Por que no Congresso
1 Na Câmara Legislativa
Deu para propor a câmera corporal no DF, proibir a revista vexatória, tratar o controle de armas e monitorar a violência policial denúncia por denúncia.
2 Na Câmara dos Deputados
É onde se aprova a lei nacional de câmeras corporais com fundo federal condicionado ao uso, e onde se financia a prevenção de homicídios de jovens.
O dinheiro federal de segurança pública é o instrumento que faz política de controle sair do papel em estado que não quer adotá-la. Quem paga, define a regra.
As câmeras corporais derrubaram a letalidade policial em 62,7%.
A reforma da polícia derrubou as queixas por uso excessivo da força de 43 para 3.
Prevenção de homicídios de jovens com núcleos territoriais, referência nacional de desenho de política.
O que vamos fazer
Onde há controle social da segurança, população e policiais só têm a ganhar.
O aluguel correu na frente do salário, e a lei que rege cada contrato é federal e é de 1991.
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