Lei que responsabiliza as terapias de conversão
No DF, a chamada cura gay tem consequência administrativa. Aprovada contra resistência pesada no plenário.
PL 312/2023
LGBTQIA+ e direitos humanos
224denúncias de violência policial que a nossa Comissão de Direitos Humanos monitorou entre 2020 e 2025.
Quando o Estado falha, a violência tem método e tem farda. No Carnaval de 2026, um bloco LGBTQIA+ de Brasília terminou com spray de pimenta da PM. Registramos o caso e levamos às autoridades, uma denúncia por vez.

O problema
A pessoa trans que tem o nome social respeitado no DF pode perder essa garantia ao cruzar a divisa, porque a proteção é feita de normas locais e esparsas que mudam ao sabor de cada governo. A jovem expulsa de casa por ser quem é encontra acolhida em uma cidade e porta fechada em outra.
As terapias de conversão, que o DF aprendeu a responsabilizar por lei, seguem sem resposta legal em boa parte do país.
O que já fizemos
No DF, a chamada cura gay tem consequência administrativa. Aprovada contra resistência pesada no plenário.
PL 312/2023
Fábio é o primeiro deputado distrital LGBT assumido da história da Câmara Legislativa, e transformou representação em norma escrita. Da presidência da Comissão de Direitos Humanos, monitoramos a letalidade policial denúncia por denúncia e levamos os casos ao MPDFT.
Por que no Congresso
1 Na Câmara Legislativa
Deu para cravar a régua: cura gay responsabilizada, nome social garantido, conselho criado, violência policial monitorada. Tudo isso vale até a divisa do DF.
2 Na Câmara dos Deputados
É onde essa régua vira lei nacional, e onde se condiciona repasse federal ao uso de câmera corporal nas forças de segurança.
A pauta LGBTQIA+ nacional não sofre por falta de discurso. Sofre por falta de quem transforme discurso em texto legal capaz de sobreviver a um plenário hostil. Já fizemos isso na Câmara Legislativa, mais de uma vez.
As câmeras corporais derrubaram a letalidade policial em 62,7%.
A reforma da polícia derrubou as queixas por uso excessivo da força de 43 para 3.
O programa que combina renda e elevação escolar para pessoas trans formou 255 pessoas em 2026.
A lei de cota laboral trans levou o Estado de cerca de 101 para mais de 700 pessoas trans empregadas em dois anos.
O que vamos fazer
O que essa pauta protege é o direito de cada família não perder um filho para o ódio, de cada trabalhador não ser demitido pelo que é, de cada estudante terminar a escola.
Entra no grupo de WhatsApp da campanha e acompanha essa luta chegando na Câmara dos Deputados.
Ao entrar no grupo, você concorda em receber mensagens da campanha por WhatsApp. Veja nossa política de privacidade.
Direito que muda conforme o endereço não é direito. É sorte.