Câmara Legislativa sediou premiação a entidades e pessoas que defendem os direitos humanos no DF

“Quem mandou matar Marielle Franco não imaginava que sua luta viraria semente. 624 dias depois do seu brutal silenciamento, milhares de Marielles floresceram pelo Brasil. Esse prêmio é uma defesa da sua memória e uma forma de fortalecer o seu legado em prol dos direitos humanos”, disse o deputado Distrital Fábio Felix no início da Sessão Solene que marcou a condecoração de dez projetos da sociedade civil. Ontem (28), a Câmara Legislativa sediou o 1º Prêmio Marielle Franco de Direitos Humanos. Emocionados, os ativistas receberam uma medalha de honra ao mérito pelos serviços prestados no âmbito do Distrito Federal.

A 1ª Batalha de Rimas da CL abriu a solenidade. Guerra de Flow e Batalha das Gurias de Planaltina trouxeram poesia e Hip Hop para a Câmara Legislativa. Entre os condecorados pelo Prêmio Marielle, tivemos organizações da sociedade civil, projetos sociais, serviços públicos, personalidades e trabalhos acadêmicos. Projetos relevantes da imprensa também receberam moção de louvor por contribuírem para o enfrentamento da violência contra as mulheres.

Solenidade de Premiação do 1º Prêmio Marielle Franco de Direitos Humanos. Foto: Alexandre A. Bastos

A Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa, presidida pelo deputado Distrital Fábio Felix, recebeu mais de 100 sugestões de pessoas e organizações. A escolha foi feita com base na consistência do trabalho em defesa da dignidade e da cidadania de segmentos vulnerabilizados. Além da participação de representantes de todas as iniciativas premiadas, jornalistas e comunidade, a premiação contou com a presença de Erika Hilton, co-deputa estadual de São Paulo; da deputada Federal Erika Kokay; de Juvenal Araújo, secretário de Igualdade Social do DF e de Mariana Távora, procuradora do DF.

“Marielle é o símbolo de que não pararemos. Este é só o começo. Enquanto continuarem tentando nos aprisionar nos armários e nas esquinas, continuaremos nos fortalecendo com as pessoas de verdade”, frisou Érika Hilton. Esse prêmio faz justiça a Marielle. As ideias não se matam e não se prendem, elas adquirem outros corpos e outras Marielles surgem todos os dias”, finalizou Érika Kokay.

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