Mais de 600 trabalhadores e trabalhadoras da Companhia se mobilizaram para debater o futuro da empresa em Audiência Pública na Câmara Legislativa. Hoje, a Caesb tem uma cobertura de atendimento de 99% (água) e 89,28% de esgoto, garantindo o direito básico ao saneamento a grande parte da população.

A tentativa de privatização não corresponde à realidade e aos dados das empresas públicas. A Caesb é estratégica porque presta um serviço de qualidade à população e tem ativos para continuar de pé, conforme atestam os próprios técnicos da empresa. A companhia é aprovada por mais de 80% da população, de acordo com pesquisas recentes da própria empresa.

Auditório da Câmara Legislativa lotado de trabalhadoras e trabalhadores da Caesb

Foram apresentados, pelo Sindagua, alguns dados que contrapõem o incentivo à privatização. No ano passado, a Companhia tinha uma carteira de créditos a receber de clientes de um total de R$ 782 milhões, sendo 462 milhões da categoria residencial, 141 milhões do comércio; 32 milhões na indústria e 147 milhões das entidades públicas (União e GDF). Se a Caesb efetivamente recebesse seus créditos, quitaria todas as obrigações de curto prazo com terceiros (e que totalizam R$ 641 milhões). Com isso nos questionamos se a privatização das empresas públicas é realmente necessária ou faz parte apenas de um ímpeto de privatizador do GDF.

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