Jair Bolsonaro já é o presidente mais rejeitado em seu primeiro mandato desde Fernando Collor, e a cada dia, mais pessoas estão percebendo sua total incompetência para governar. Seu governo representa a mais grave ameaça aos direitos do povo brasileiro nas últimas décadas. Seus filhos se comportam como príncipes em uma monarquia, realizando diariamente desmandos que ameaçam a pouca estabilidade que ainda nos resta.

Somando as declarações do presidente da República em que defende o uso das Forças Armadas para reprimir eventuais protestos populares, e a de seu filho Eduardo anunciando abertamente a possibilidade da implementação de um novo “AI-5”, fica cada vez mais evidente o propósito de entregar o Brasil à barbárie. Essa família de parasitas do Estado quer abrir as portas de uma nova ruptura institucional e da instauração de um regime de exceção. E simplesmente se retratar não adianta, as intenções foram explícitas. 

A base do governo, deputados e o presidente do próprio partido de Bolsonaro já está pulando fora desse barco que sempre esteve condenado ao naufrágio. Em dez meses de governo, o que temos é a estagnação econômica, as altas taxas de desemprego e informalidade, o aprofundamento da desigualdade social, da insegurança, o fim dos conselhos de participação social, a restrição às liberdades individuais de minorias sociais, o aumento das queimadas e desmatamento na Amazônia, os vazamentos de milhões de litros de petróleo no litoral do Nordeste, políticas de extermínio dos povos originários, o fim nossa da aposentadoria, o avanço das privatizações e a entrega da Petrobrás são alguns dos exemplos que mostram na prática que a extrema direita não tem condições de tirar o país da crise em que se encontra.

Só uma grande mobilização será capazes de retirar Bolsonaro do Palácio do Planalto e dar um basta aos absurdos que ele vem cometendo desde a campanha eleitoral. O movimento “Fora Bolsonaro” deve ser orgânico, originário das conclusões que a maioria da sociedade deve chegar com nosso apoio, mas jamais como uma imposição de cima para baixo, já que toda a população brasileira sente na pele diariamente os retrocessos impostos.

Por isso, o PSOL se põe mais uma vez no papel de construir uma saída global para a superação de Bolsonaro, sempre em parceria com movimentos sociais e todo o povo brasileiro. Vamos fortalecer um grande movimento capaz de unir todas as forças e lutas dos movimentos sociais e da classe trabalhadora, da juventude, das mulheres, da negritude, de ambientalistas, dos povos indígenas e LGBTs para derrotar Bolsonaro e sua agenda liberal.

Clique aqui para ler a íntegra da resolução da Executiva Nacional do PSOL.

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