Omissão, letargia e descaso. É assim que podemos resumir a atuação do governo Bolsonaro diante do maior desastre ambiental do litoral brasileiro. No início do ano, o presidente extinguiu os comitês responsáveis por executar os planos de contingência em caso de derramamento de óleo nas águas.

A chefia do departamento de emergências ambientais do ministério do Meio Ambiente estava vaga desde março.  Isso fez com que o governo federal só adotasse medidas concretas 41 dias depois que apareceram as primeiras manchas de petróleo  no litoral do Nordeste.

Como se toda essa situação já não fosse grave o bastante, a maior prioridade do ministro Ricardo Salles não é colocar todos as estruturas e recursos disponíveis para fazer limpeza da área atingida, mas tão somente atacar as entidades que estão mobilizadas para reduzir os danos causados e espalhar fake news sobre a responsabilidade ainda desconhecida do vazamento.

Todo meu apoio e solidariedade ao povo nordestino, que está colocando suas vidas em risco ao agirem por conta própria e se colocarem em contato direto e desprotegido com as manchas de petróleo. O governo precisa ser responsabilizado por esse grave atentado ao meio ambiente que está prejudicando todo o Brasil.

 

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