Emendas do Gabinete 24 permitiram investimento em ciência e em projetos como o que produz plástico a partir de laranja

As jovens cientistas que produzem plástico biodegradável a partir da casca da laranja orgulharam o país inteiro ao conquistarem o vice-campeonato mundial em competição científica na Malásia. Kazue Nishi e Barbara Wingle são estudantes do CEM 02 do Gama, escola que já recebeu mais de R$ 100 mil via destinação de emendas do deputado Distrital Fábio Felix (PSOL).

R$ 60 mil foram liberados hoje para compra de equipamentos do futuro laboratório científico da escola. Fora este recurso, a escola já recebeu este ano R$ 4,5 mil para custeio de despesas e R$ 23 mil para compra de equipamentos e material para confecção de máscaras de proteção contra a COVID-19. Os materiais serão distribuídos gratuitamente para a comunidade do Gama.

Assessoria do Gabinete 24, professor, alunas e deputado Fábio Felix abraçados em fileira

Reunião no início do ano com alunas, professor e equipe do Gabinete 24. Foto: Alexandre A. Bastos

No início do ano, as premiadas cientistas visitaram o gabinete do deputado Fábio Felix e apresentaram o esboço do projeto recentemente premiado na Malásia. Elas estavam acompanhadas do orientador do Clube de Ciências do CEM 02, professor Alex Aragão. “O poder transformador da educação e da ciência faz com que o nosso mandato priorize investimentos nessas áreas. A escola pública tem potencial para realizar projetos brilhantes como este, que mudam não só a vida dos idealizadores, mas de toda a população”, destacou o deputado Fábio Felix.

Na ocasião, docente e alunas relataram as dificuldades enfrentadas para produção científica nas escolas públicas do DF. “São necessários materiais e reagentes específicos, além de laboratórios equipados para pesquisas tanto na área de química e agricultura, quanto na área de robótica e novas tecnologias”, contou o professor Alex.

Após a premiação do World Invention Competition and Exhibition (WICE), as cientistas do Gama comemoraram a vitória nas redes sociais. “A gente tá mostrando que a ciência pode ser feita no ensino básico, numa escola publica, periférica. E a gente faz ciência de qualidade”, celebrou Kazue.

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