A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a ocorrência dos feminicídios no Distrito Federal iniciou ontem (4/2) uma série de diligências importantes.

Os cinco parlamentares que compõem a CPI visitaram os familiares de uma das vítimas de feminicídio em 2019. De acordo com os relatos colhidos, é a primeira vez que o estado bate na porta dessa família, o que reatesta a importância da CPI do Feminicídio. Falta de assistência psicológica, social e jurídica integram o diagnóstico preliminar da Comissão.

Com o objetivo de ofertar o devido atendimento a esses familiares, a Comissão Parlamentar de Inquérito encaminhará uma série de solicitações para órgãos públicos, tais como Secretaria de Saúde, Secretaria de Assistência Social, Secretaria da Mulher e Defensoria Pública do Distrito Federal.

Confira aqui o cronograma das diligências em fevereiro.

Outras famílias de vítimas e mulheres sobreviventes de tentativas de feminícidio (89 só em 2019) serão visitadas nas próximas semanas. Os depoimentos ajudarão a CPI a traçar caminhos para a atuação eficaz das políticas públicas. A fiscalização dos serviços hoje disponíveis também integra o cronograma de trabalho da CPI do feminicídio.

A segunda diligência ocorrerá na próxima segunda-feira (10), à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM). Núcleos especializados de atendimento tanto de vítimas quanto de agressores, Instituto Médico Legal e Juizados de violência contra a mulher receberão os parlamentares ainda em fevereiro.

O cronograma de diligências da CPI foi tema de entrevista do Fábio na TV Record. Confira:

Integram a CPI do Feminicídio os deputados Claudio Abrantes (presidente), Arlete Sampaio (vice-presidente), Fábio Felix (relator), Júlia Lucy e Eduardo Pedrosa (membros titulares).

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