Comunicado faz apelo em respeito às vítimas da Ditadura Militar no Brasil; medida se faz necessária diante do chamamento do presidente Jair Bolsonaro para que Golpe de 64 seja ‘comemorado’.

“O período da ditadura militar representou um drástico rompimento com as instituições democráticas brasileiras, e foi responsável por gravíssimas violações de direitos humanos incluindo assassinatos políticos, tortura e censura. A determinação presidencial merece repúdio por fazer apologia a tais práticas e incentivar sua ‘celebração’ por instituições públicas e privadas em todo o território nacional”, diz o comunicado assinado pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa, deputado Fábio Felix.

O objetivo é sensibilizar as instituições públicas e privadas para a necessidade de manter a Ditadura em seu lugar já reservado pela história: um regime que merece ser criticado, não reverenciado. “É imperativo respeitar a dor das vítimas dessas violências estatais, sendo, portanto, dever ético de todos aqueles que zelam pela vida, pela Constituição Federal e pelos direitos fundamentais e inalienáveis de todas as pessoas, impedir, usando todos os meios possíveis, que esse período seja comemorado”, ressalta o comunicado. No próximo dia 31, o golpe civil-militar completa 55 anos.

Leia a nota completa, em .PDF:

NOTA

 

Golpe de 64

O período da ditadura civil-militar representou um drástico rompimento com as instituições democráticas brasileiras, e foi responsável por gravíssimas violações de direitos humanos incluindo assassinatos políticos, tortura e censura.

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