Uma mulher diagnosticada com problemas psiquiátricos foi baleada pela polícia militar do DF na última sexta-feira (16). A ação desproporcional foi motivada durante um dos surtos da moradora da Estrutural. Os relatos das testemunhas confirmam que, apesar de ter uma faca nas mãos, não havia qualquer sinal de ameaça e que a vítima era conhecida na cidade.

A Comissão de Direitos Humanos da CLDF conseguiu que a Defensoria Pública faça a defesa dela no que diz respeito à acusação de ameaça. Além disso, a Defensoria também vai avaliar se consegue uma indenização por parte do GDF em virtude das agressões. A CDH também encaminhou o caso para a corregedoria da PM e para o Núcleo de Controle Externo do Ministério Público que atua nessa temática.

Mais uma vez o Estado falha em sua função de manter a segurança e acolher pessoas vulneráveis. Pelo contrário, o DF começa a seguir o péssimo exemplo já visto em tantos outros estado de responder a população com excesso de violência.

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