O economista Abraham Weintraub assumiu há oito meses a chefia do Ministério da Educação. Infelizmente, parece que faz anos, tamanho o estrago causado por alguém que não tem qualquer afinidade e interesse pela a área educacional.

Hoje a imprensa amanheceu ventilando a possibilidade de demissão do ministro, diante da constatação de que nomes importantes em cargos estratégicos do MEC têm se desligado da pasta. A paralisia generalizada na educação brasileira e a incompetência de um ministro que vive de polêmicas no Twitter seriam as possíveis causas.

Em uma breve retrospectiva das ações desastradas da atual gestão do MEC, tivemos vídeos constrangedores do ministro dançando com um guarda-chuva e usando chocolates para defender os bloqueio das verbas e cortes na educação. Milhares de bolsas de pesquisas foram cortadas, seguidas do anúncio do desmonte da Capes e da CNPq.
 
O ensino básico também não escapou, sendo alvo do projeto de militarização das escolas que já está sendo imposto pelo governo do DF de forma autoritária e antidemocrática. As universidades públicas foram alçadas ao posto de inimigas número um desta gestão. Da intervenção na escolha da nomeação de reitores das universidades federais, passando por acusações criminosas e infundadas de produções de drogas ilícitas nas instituições, até a criação do Future-se, com o objetivo de privatizar e sucatear o ensino superior público brasileiro.

Infelizmente, a possível boa notícia de demissão de Weintraub ainda não é motivo de comemoração. O histórico do governo Bolsonaro mostra que o que está ruim, sempre pode piorar. Contudo, a juventude, as/os estudantes e professoras/es estão com muito fôlego para continuarem ocupando as ruas como fizeram durante todo o ano de 2019.

Conheça nossa Newsletter!

Inscreva-se para receber informações toda semana sobre o trabalho do mandato na Câmara Legislativa do DF.

Obrigado! Sua inscrição foi confirmada.