O deputado Fábio Felix realizou, nesta terça-feira (7), Sessão Solene na Câmara Legislativa do Distrito Federal para lançar a Frente Parlamentar em Defesa da Educação Inclusiva.


“Nós já começamos o ano trabalhando nessa pauta, mês passado tivemos o Seminário da Educação Inclusiva realizado pelo nosso mandato, e também pelas mães atípicas e outras organizações”, disse Fábio em sua fala de abertura.


Em seguida ele enfatizou que a mobilização já surtiu efeito: 1400 monitores, 400 técnicos administrativos e mais 686 secretários escolares foram nomeados. “Essa vitória é de vocês e é muito importante porque essa não é uma luta que vem de agora, é uma luta de muito esforço e sofrimento, de quem viveu momentos difíceis na educação. Essa Frente Parlamentar é para ser o centro da nossa organização política e também da elaboração técnica para que possamos fazer sugestões a outros órgãos”, ressaltou Fábio Felix.

A Promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Luisa de Marillac, elogiou a iniciativa do parlamentar. “O seu gabinete tem sido uma vanguarda e está à frente de todas as questões relacionadas à defesa dos direitos humanos no DF. Tenho certeza absoluta que essa Frente Parlamentar vai ser determinante para a gente evoluir com a política de educação da cidade”.


Jéssica Borges, mãe atípica, frisou que um espaço que tenha a participação das mães é fundamental. “A educação inclusiva é aquela que questiona a ausência do estudante, não a sua presença, por isso vamos fazer esse trabalho conjunto para fazer pressão, e é muito importante ter essa incidência social e política da mãe, que é uma figura principal no cuidado de atenção aos alunos com deficiência”.


Jéssica também agradeceu ao gabinete 24 por “estar sempre à disposição para ouvir essas mães. Em meio a tantas portas fechadas, ter esse espaço de abertura e construção é muito importante pra gente”.


Também compuseram a mesa a assistente social e assessora parlamentar do gabinete 24, Keka Bagno, e a defensora Amanda Cristina Ribeiro Fernandes, do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública.